A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, diante da Noruega, adiou mais uma vez o sonho do tão esperado hexacampeonato mundial. A derrota por 2 a 1 encerrou precocemente a campanha brasileira e aumentou o maior jejum de títulos da história da Seleção em Copas do Mundo.
Desde a conquista do pentacampeonato, em 2002, o torcedor brasileiro aprendeu a repetir uma única palavra a cada quatro anos: hexa. O termo virou sinônimo de esperança, de expectativa e de uma tradição que parecia inevitável para a maior campeã da história do futebol.
Mas a pergunta começa a ganhar espaço entre os apaixonados pelo esporte: o que vem depois do hexa?
A resposta é simples. Depois do sexto título vem o heptacampeonato, ou, de forma abreviada, o tão sonhado hepta. Se o Brasil conquistar sua sexta estrela em 2030, o objetivo seguinte será levantar a sétima taça, algo que nenhuma seleção alcançou até hoje.
A sequência dos títulos segue uma lógica:
- 6 títulos: Hexacampeão (Hexa)
- 7 títulos: Heptacampeão (Hepta)
- 8 títulos: Octacampeão (Octa)
- 9 títulos: Eneacampeão (Enea)
- 10 títulos: Decacampeão (Deca)
Embora o hexa continue sendo um sonho adiado, a história da Seleção Brasileira mostra que o futebol sempre oferece novas oportunidades. Cada ciclo de Copa representa uma renovação, com novos jogadores, novas ideias e uma nova chance de colocar o Brasil novamente no topo do mundo.
Por enquanto, o grito de “é hexa” terá de esperar mais quatro anos. Depois dele, porém, um novo sonho já estará pronto para nascer: o do hepta.
